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Medalha Minerva de Mérito Acadêmico
Homenagem da RQI-757 ao Prof. Carlos Augusto Guimarães Perlingeiro

Prof. Carlos Augusto Guimarães Perlingeiro

Nascido em Castro, município localizado no Estado do Paraná, em 1938, veio ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde concluiu seus estudos científicos (atual ensino médio) no Colégio Santo Agostinho, localizado no Leblon, bairro da zona sul da cidade.

Após passar no concorrido vestibular de acesso à Escola Nacional de Química da Universidade do Brasil (atual Escola de Química da UFRJ) em 1957, diplomou-se em Química Industrial (1961) e no ano seguinte em Engenharia Química. Nessa época, atuou como monitor na disciplina Aparelhos e Operações Industriais, ministrada pelo Prof. Alberto Luis Galvão Coimbra, ocasião em que este organizava um mestrado em engenharia química nos moldes norte-americanos para formar professores de dedicação exclusiva (eram todos de tempo parcial) e engenheiros criativos para a indústria. Aprovado em concurso para a Petrobras, declinou em prol do curso de mestrado em engenharia química. Segundo o próprio Perlingeiro, "Aqui começava a minha carreira de Professor. E eu não sabia...".

Logo depois, ele participou do seminário "Use of Computers in Engineering Education", promovido pela National Science Foundation. Seu objetivo: incentivar o uso de computação no ensino de engenharia. Perlingeiro percebeu que precisava incentivar o uso dessa ferramenta nova no meio acadêmico àquela época. Com o apoio do Prof. Coimbra, foi aos Estados Unidos (Universidade de Houston, Texas) onde fez um curso de computação por dois meses, em meio a um grupo de 50 professores de universidades norte-americanas e estrangeiras.

De volta ao Rio de Janeiro, Perlingeiro iniciou o seu mestrado em Engenharia Química em 1963, na então Divisão de Engenharia Química do Instituto de Química da Universidade do Brasil.

A dissertação "Configuração do Escoamento Axissimétrico por Computador Digital", a primeira computacional da UFRJ, foi defendida em 1964. Junto à Direção da então Escola Nacional de Química, foi, talvez, o pioneiro no país a introduzir a computação como disciplina obrigatória no currículo de Engenharia Química. Não havendo literatura disponível em português, foi o autor de "Introdução à Comunicação com Computadores Digitais", o primeiro texto estruturado em nossa língua sobre programação para computadores.

De 1965 a 1968, Perlingeiro fez seu doutoramento (PhD) no Stevens Institute of Technology (EUA). Retornando do doutorado, dividia seu tempo entra a já Escola de Química da UFRJ e a Coppe. A área de planejamento de processos lhe atraiu a atenção por ser algo inovador no âmbito do ensino de engenharia química no país; sua experiência neste campo lhe permitiu organizar disciplinas de graduação (Escola de Química) e de pós-graduação (Programa de Engenharia Química da Coppe - PEQ/Coppe), e redigir a obra "Engenharia de Processos - Análise, Simulação, Otimização e Síntese de Processos Químicos" (Editora Edgard Blücher, 2005). Foi ainda editor do livro "Biocombustíveis no Brasil, Fundamentos, Perspectivas e Aplicações" (Synergia, 2014).

Na Escola de Química da UFRJ, ministrou disciplinas para mais de 2.900 alunos de graduação. Na Coppe, orientou 37 dissertações de mestrado e duas de doutorado.

Dentre os vários cargos que assumiu ao longo de sua carreira acadêmica, foi Coordenador do PEQ/Coppe (1969-1974 e 1995-1996), Diretor Adjunto (1971-1974) e Diretor da Escola de Quimica (1998-2001). Foi agraciado com o título de Professor Emérito da UFRJ em 1997. O laboratório do "Grupo de Integração de Processos Químicos" (GIPQ, http://www.gipq.com.br), leva o seu nome. Nos ultimos anos, atuava como professor colaborador voluntário (graduação e pós-graduaçãoe commo professor visitante do Programa de Recursos Humanos PRH-ANP/MCTI (PRH-13), sempre na Escola de Química.

Fora da rotina acadêmica, Perlingeiro se dedicava com regularidade à prática esportiva (futebol e vôlei). Seu estilo diplomático e elegante de se relacionar com as pessoa era uma marca inconfundível de sua persolidade. Sua atuação acadêmica revela um espírito de cooporeração innstitucional.

Carlos Augusto Guimarães Perlingeiro faleceu no dia 26 de outubro do corrente, deixando um legado de dedicação e um exemplo de trajetória profissional para todos nós.

Fonte: RQI - 757 - Pioneiros da Química

  • Moção de Pesar: Prof. Osvaldo Galvão

    Prof. OsvaldoA Congregação da EQ propõe, na forma regimental, MOÇÃO DE PESAR pelo falecimento do professor Osvaldo Galvão Caldas da Cunha, docente do Departamento de Processos Inorgânicos e ex-diretor da EQ, ocorrido no dia 09/06/2019.

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  • Moção de Pesar: Profa. Eloísa Mano

    Profa. Eloisa ManoA Congregação da EQ propõe, na forma regimental, MOÇÃO DE PESAR pelo falecimento da Profa. Eloisa Biasotto Mano, professora emérita da UFRJ, no dia 08/06/2019. Expressamos toda a nossa tristeza e comoção pela perda dessa grande mulher.

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  • Moção de Pesar: Prof. Affonso Telles

    Prof. Affonso Telles A congregação da Escola de Química, reunida em 22 de fevereiro de 2019, com pesar e tristeza lamenta o falecimento do professor Emérito Affonso Carlos Seabra da Silva Telles, no dia 12 de fevereiro de 2019.

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  • Moção de Pesar: Prof. Benjamin Valdman

    Com profundo pesar e tristeza a Congregação da Escola de Química lamenta o falecimento do Prof. Benjamin Valdman, professor aposentado e diretor de nossa Unidade no período de 1986 a 1989.

    A Comunidade da Escola de Química externa os mais sinceros pêsames à família neste momento tão difícil. Não existe partida para aqueles que permanecerão eternamente em nossos corações, e com certeza o Prof. Benjamin está no coração de muitos que tiveram a oportunidade de conviver com ele.

  • Moção de Pesar: Prof. Perlingeiro

    Perlingeiro Com profundo pesar e tristeza que a congregação da Escola de Química, reunida em 10 de novembro de 2017, lamenta o falecimento do Prof. Carlos Augusto Guimarães Perlingeiro no dia 26 de outubro.

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Moção de Pesar

Prof. Osvaldo A Congregação da EQ propõe, na forma regimental, MOÇÃO DE PESAR pelo falecimento do professor Osvaldo Galvão Caldas da Cunha, docente do Departamento de Processos Inorgânicos e ex-diretor da EQ, ocorrido no dia 09/06/2019.

Prof. Osvaldo Galvão graduou-se em Engenharia Química pela Escola de Química (1970) e obteve o seu doutorado no Imperial College em Londres, em 1977. Ingressou como docente na Escola de Química em 1993, tendo sido vice-diretor e diretor de nossa Escola e por várias vezes chefe do Departamento de Processos Inorgânicos. Atuou na graduação e pós-graduação, tendo orientado alunos de Mestrado e Doutorado nas áreas de Processos Inorgânicos e Metalurgia. Teve atuação fundamental na integração dos membros do Departamento de Processos Inorgânicos, sempre visando à harmonia e proporcionando um ambiente de cordialidade e companheirismo.

Sua morte enluta não somente seus familiares e amigos, mas toda a nossa Escola que lamenta a perda de uma pessoa tão agradável ao nosso convívio e que sempre buscou um ambiente cordial no nosso dia a dia.

Aos seus familiares, principalmente à sua esposa e seus filhos, nossas sinceras condolências reiterando que esta Congregação não poderia deixar de se associar ao seu pesar. Manifestamos nosso profundo sentimento, desejando conforto aos corações de seus entes queridos.

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Moção de Pesar

Profa. Eloisa Mano A Congregação da EQ propõe, na forma regimental, MOÇÃO DE PESAR pelo falecimento da Profa. Eloisa Biasotto Mano, professora emérita da UFRJ, no dia 08/06/2019. Expressamos toda a nossa tristeza e comoção pela perda dessa grande mulher.

A professora Eloisa Mano dedicou sua vida pela ciência de nosso país e como servidora pública foi, além de dedicada professora, uma visionária para a pesquisa no Brasil.

Egressa da Escola de Química, onde diplomou-se em Química Industrial (1947) e Engenharia Química (1955), a professora foi docente da EQ entre 1959-1966 e também a responsável pela criação do primeiro Grupo de Pesquisadores em Polímeros no Brasil (1968), que deu origem ao atual Instituto de Macromoléculas, IMA/UFRJ, o qual, em 1994, teve o nome modificado em sua homenagem para Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano.

É imperioso destacar a excelência profissional que a engrandeceu durante toda a sua vida, firmando-se como uma das pessoas mais importantes no Setor de Polímeros no Brasil e no exterior. Profa. Eloisa é dessas figuras cuja trajetória serve de paradigma para todos aqueles que buscam através da persistência e seriedade, ser útil a todos.

Assim, neste momento, entristecidos, oferecemos nossas condolências aos familiares, amigos do IMA e da professora Eloisa, expressando nosso profundo pesar pelo seu falecimento.

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Moção de Pesar

Prof. Affonso TellesA congregação da Escola de Química, reunida em 22 de fevereiro de 2019, com pesar e tristeza lamenta o falecimento do professor Emérito Affonso Carlos Seabra da Silva Telles, no dia 12 de fevereiro de 2019.

O Prof. Affonso Telles ingressou como docente no PEQ/COPPE, em 1963, onde permaneceu até 1971, quando pediu demissão por não concordar com a intervenção que afastou o Prof. Coimbra da Direção da COPPE.

Realizou seu doutorado na University of Houston System, entre 1964 e 1967, tendo realizado um pós-doutorado em 1970 no Emperial College. Foi Coordenador do Programa Pró-Energia, da FINEP, de 1975 a 1976. Foi Diretor do CNPq de 1977 a 1979 e trabalhou na empresa Scientia Engenharia, de 1979 até 1988, quando retornou como docente ao PEQ/COPPE.

Em 1993, fez concurso para Prof. Titular da Escola de Química, passando a atuar em tempo integral nessa Unidade. Por quatro anos foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia dos Processos Químicos e Bioquímicos da EQ/UFRJ, atual EPQB, tendo sido muito importante na consolidação do Programa quando passou a envolver toda a Unidade e também na sua preparação para a obtenção do Conceito 6 na CAPES.

Prof. Telles aposentou-se em fevereiro de 2006 e foi indicado para Professor Emérito da UFRJ pela congregação da Escola de Química. Esta indicação foi aprovada pelo Conselho Universitário da UFRJ em maio de 2007.

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Prof. Affonso Telles

Prof. Affonso Telles

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Moção de Pesar

PerlingeiroCom profundo pesar e tristeza que a congregação da Escola de Química, reunida em 10 de novembro de 2017, lamenta o falecimento do Prof. Carlos Augusto Guimarães Perlingeiro no dia 26 de outubro. O Prof. Perlingeiro sempre atuou no ensino de graduação em nossa Escola, introduziu o ensino de computação em nossa Escola, assim como, também de forma pioneira, o oferecimento da disciplina Engenharia de Processos, para a qual redigiu um livro texto muito utilizado em nosso país. Era professor emérito da UFRJ, foi diretor de nossa Unidade no período 1998 a 2001 e acompanhou o início das atividades do Programa de Engenharia Química da COPPE, onde também atuou por um longo período.

A Escola de Química externa os mais sinceros pêsames a família neste momento tão difícil. Que as melhores lembranças de sua presença perpetuem em nossos corações e na memória de todos que tiveram a oportunidade de conhecê-lo e conviver com ele.

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Prof. Perlingeiro

Perlingeiro

Que as melhores lembranças de sua presença perpetuem em nossos corações e na memória de todos que tiveram a oportunidade de conhecê-lo e conviver com ele.

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Indicação à Medalha Minerva de Mérito Acadêmico

Isaac Plachta: Uma Vida Dedicada à Química

Isaac Plachta é brasileiro, carioca, casado, pai de três filhos, seis netos e dois bisnetos.

É filho de um barbeiro e de uma manicure, poloneses, que chegaram ao Brasil durante a 2ª Guerra Mundial.

A família fixou residência no subúrbio de Higienópolis, no Rio de Janeiro, onde Isaac passou uma infância de extremas dificuldades, realizando seus estudos no Colégio em São Cristóvão.

A alegria sempre esteve presente no humilde lar; mesmo sem condições financeiras favoráveis, Isaac cresceu com o incentivo de estudar.

A sua vertente profissional foi direcionada para a área química, com ingresso na UFRJ (à época, Universidade do Brasil) na graduação de engenharia química e química industrial.

Seu período na Universidade também foi bem difícil, pois em face das dificuldades financeiras de seus pais, não tinha como comprar certos livros e também como custear suas despesas diárias de transporte, tendo que, muitas vezes, dormir no laboratório da Universidade e também usar constantemente a Biblioteca da UFRJ.

Antes de formar-se como engenheiro químico e químico industrial, Isaac encontrava tempo para dar aulas no curso de pré-vestibular da Escola de Química da UFRJ, entre a graduação e seu estágio.

Seu primeiro emprego foi na Refinaria de Manguinhos como engenheiro de turno, onde começa sua trajetória profissional, que passa a ser totalmente dedicada à química, se especializando na área de Refino de Petróleo e na Petroquímica.

Concomitante com o início da sua vida profissional, passou a integrar o corpo docente da Escola de Química da UFRJ, como professor em tempo parcial, dedicando-se por quarenta anos aos seus alunos da cadeira de Termodinâmica, mesmo tendo atribuições no seu trabalho nas empresas.

No período em que atuou como professor universitário, foi agraciado inúmeras vezes como paraninfo, patrono ou ainda como homenageado especial. Foi o professor que mais homenagens recebeu durante sua atividade acadêmica na UFRJ.

Com a sua vivência na academia, Isaac procurou atender a uma demanda do ensino, publicando um livro (editado em 1994) com a temática "Introdução à Petroquímica", permitindo acesso fácil e imediato às informações no campo da petroquímica.

Por sua trajetória na Academia, foi homenageado pela Escola de Química da UFRJ com um complexo anexo na referida instituição de ensino, chamado "Espaço Isaac Plachta" que conta com laboratórios e salas de aulas, além de um local para realização de pequenos eventos acadêmicos. A solenidade foi realizada em 2008 e contou com a presença de diversas personalidades do setor acadêmico e industrial.

Como profissional da química ocupou diversos cargos de prestigio e responsabilidade, tais como:

  • Principal executor do projeto da empresa Prosint, com especialidade na fabricação de produtos petroquímicos básicos;
  • Diretor industrial da divisão química do Grupo Ultra, um dos maiores grupos empresariais brasileiros, com atuação em multinegócios;
  • Diretor da Petroquisa, subsidiária da Petrobrás S/A, atuando no setor petroquímico;
  • Diretor Superintendente da Nitriflex, empresa fabricante de elastômeros;
  • Presidente da Petroflex, especialista na fabricação de elastômeros;
  • Foi Presidente e membro do Conselho de Administração de diversas empresas petroquímicas de grande porte, tais como: Copene, Copesul, PqU, Coperbo, Alcoolquímica, Enia, Nitronor, Espec, Carbonor, Carboderivados, Polibrasil, Metanor, Estireno do Nordeste, Companhia Nacional de Álcalis, Braspol, FCC, Oxiteno, Ciquine, Polipropileno, Polisul, Poliolefinas, Poliderivados, Salgema, Alclor, Deten, Petroflex, CPC e Petrorio;
  • Principal executivo e, posteriormente, Presidente do Conselho de Administração, com participação acionária, da empresa IQT – Indústrias Químicas Taubaté, única empresa no mundo que produz nitrato de propatila, aplicado na indústria farmacêutica como vaso dilatador coronário. Atua também na fabricação de veículos para vacinas, utilizados na indústria veterinária. Desde sua implantação, a IQT foi durante muitos anos a única empresa brasileira produtora de "látex carboxilado", usado como ligante na indústria têxtil e de papel;

Por essa trajetória irrepreensível, Isaac já foi homenageado com diversos prêmios, entre eles, destacam-se:

  • Medalha do Mérito Industrial, concedida pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – FIRJAN;
  • Recebimento da Retorta de Ouro do Conselho Regional de Química da 3ª Região – Rio de Janeiro.
  • Homenagem do setor químico pela sua trajetória à frente do SIQUIRJ (Sindicato da Indústria de Produtos Químicos para Fins Industriais do Estado do Rio de Janeiro).
  • Homenagem da organização do 4º Prêmio Brasil de Meio Ambiente, reconhecendo sua atuação nas causas ambientais à frente do Conselho Empresarial de Meio Ambiente do Sistema FIRJAN.
  • Homenagem do Conselho Federal Química por serviço relevante prestado ao Brasil como Conselheiro do Conselho Regional de Química da 3ª Região.
  • Pela Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, recebeu os seguintes reconhecimentos:
    • Homenagem especial da Diretoria, conferindo Diploma ao Mérito ao ilustre ex-aluno pelas contribuições marcantes na sua atuação profissional;
    • Diploma concedido por ocasião dos 79 anos de fundação da instituição de ensino e 50 anos de colação de grau da turma de 1962.
  • Agraciado com a Medalha Tiradentes em outubro de 2017, a mais alta condecoração concedida pela Alerj.

Atualmente, Isaac Plachta é sócio da empresa IPF Química Empreendimentos e Participações, que tem como objetivo a realização de empreendimentos no setor químico.

Concilia as atividades de sua empresa com a atuação na direção de diversas entidades ligadas ao setor químico como:

  • Presidente do SIQUIRJ (Sindicato da Indústria de Produtos Químicos para Fins Industriais do Estado do Rio de Janeiro);
  • Presidente do Conselho Empresarial de Meio Ambiente do Sistema FIRJAN;
  • Vice-Presidente do Centro Industrial do Rio de Janeiro – CIRJ;
  • Membro do Conselho Diretor da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química);
  • Membro do Conselho Consultivo da Escola de Química da UFRJ;
  • Foi Presidente do Conselho Regional de Química da 3ª Região.

Sua trajetória na química influenciou seu filho na profissão e mais recente um de seus netos.

Isaac Plachta, apesar de seus inúmeros compromissos, hoje como empresário do setor químico, não deixa de estar sempre atento aos clamores do empresariado e da Academia, em especial a Escola de Química da UFRJ.

Em um passado recente, teve uma expressiva atuação na reforma de salas, biblioteca e laboratórios da Escola de Química da UFRJ, conseguindo de empresas e empresários, doações para viabilização das reformas necessárias, proporcionando aos graduandos da referida instituição de ensino melhores condições de estudos em ambientes totalmente reformados.

Isaac tem um espírito empreendedor e está sempre pronto para atender a todos, trajetória que vem desde seus tempos como universitário.

Em face do exposto, fortemente recomendo o nome de Isaac Plachta para receber a Medalha Minerva.

  •  
  • Eduardo Falabella Sousa-Aguiar
    Professor Titular da Escola de Química/UFRJ

Dados complementares

Aposentado em 13 de maio de 1999, como Professor Adjunto IV
Aprovada concessão da Medalha no ConsUni em 25/04/2019.

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